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Policial

Advogado mata cliente a facadas após após discussão em Maringá

Uma noite que começou com consumo de bebidas alcoólicas terminou em tragédia na Zona 7, em Maringá.

Alécio Martins
Por Alécio Martins
Publicado em 20/05/2026 às 09:09Atualizado em 22/05/2026 às 14:44 2 min de leitura
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Advogado mata cliente a facadas após após discussão em Maringá

Uma noite que começou com consumo de bebidas alcoólicas terminou em tragédia na Zona 7, em Maringá. Um advogado criminalista é apontado como autor do homicídio de um cliente, registrado no fim da noite desta terça-feira (19), na Rua Tietê.

Segundo informações levantadas no local, o advogado Rodrigo Gawlinski, de 32 anos, estava no apartamento de Nelson de Souza Pedro, de 48 anos. Durante o encontro, o suspeito teria feito uso indevido de comprimidos de Ritalina, passando a apresentar comportamento alterado e agressivo.
A situação teria se evoluído para uma discussão intensa. Em meio ao desentendimento, o advogado se armou com uma faca de cozinha e atacou o cliente com vários golpes. Mesmo após a vítima cair desacordada, as agressões teriam continuado dentro do imóvel.

Segundo a polícia a ex-companheira e a filha de Nelson presenciaram a cena e tentaram interromper o ataque. Houve luta corporal, e o suspeito ainda teria tentado investir contra as duas. Em meio ao desespero, a mulher utilizou uma panela de pressão para atingir o agressor e conseguir interromper a sequência de golpes.

Na tentativa de fugir, o advogado passou mal no corredor do prédio, sofreu uma convulsão e caiu. Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros foram acionadas, realizando o atendimento ainda no local. Ele foi intubado e encaminhado em estado grave ao hospital, sob escolta policial.

A área foi isolada para o trabalho da Polícia Científica, e o corpo da vítima foi recolhido ao Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.

De acordo com a polícia, Nelson havia deixado o sistema prisional recentemente e respondia a processos ligados à Lei Maria da Penha. O advogado atuava em sua defesa e, com o tempo, a relação profissional evoluiu para convivência fora do ambiente jurídico. O caso agora será investigado pela Polícia Civil.

Texto: Alécio Martins